Justiça absolve ex-delegado por uso indevido da imagem na
A Justiça de Santa Catarina absolveu Ulisses Gabriel, ex-delegado-geral da Polícia Civil, de acusações de improbidade administrativa relacionadas ao caso do cão Orelha. A juíza destacou a ausência de provas que indicassem utilização indevida de recursos públicos para promoção pessoal.
Inma García · 1 de novembro de 2026 · 5 min

A Justiça de Santa Catarina decidiu, em uma sentença recente, que Ulisses Gabriel, ex-delegado-geral da Polícia Civil, não se beneficiou indevidamente da notoriedade gerada pela investigação sobre o caso do cão Orelha. O julgamento, que ocorreu na 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital, foi assinado pela juíza Luciana Pelisser Gottardi Trentini e resultou na improcedência da ação civil pública movida pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).
O MPSC havia acusado Gabriel de utilizar coletivas de imprensa e suas redes sociais para promover sua imagem e, consequentemente, aumentar seu capital político em vista de sua candidatura a deputado estadual pelo Partido Liberal (PL), cargo que conquistou nas eleições de 2026. Contudo, a juíza reconheceu a falta de provas concretas que sustentassem as alegações de improbidade administrativa.
Análise da Sentença
Durante o julgamento, a magistrada afirmou que não foram apresentados elementos que comprovassem que Ulisses Gabriel utilizou recursos públicos para autopromoção ou que tenha se apropriado dos resultados das investigações. A defesa do ex-delegado argumentou que sua atuação se deu dentro das atribuições do cargo, destacando a importância da transparência e da prestação de informações à sociedade sobre o trabalho da Polícia Civil.
A sentença também abordou as declarações de Ulisses sobre temas como a redução da maioridade penal, que foram consideradas pertinentes ao contexto das entrevistas e não configuraram promoção pessoal. A juíza ressaltou que opiniões expressas nas coletivas de imprensa eram parte do dever institucional do ex-delegado e não caracterizavam a personalização de atos da administração pública.
Além disso, a decisão afastou a ideia de que a posterior pré-candidatura de Gabriel poderia evidenciar a intenção de autopromoção, visto que não houve pedido explícito de voto ou propaganda eleitoral nas manifestações analisadas.
O caso do cão Orelha
O caso do cão Orelha ganhou notoriedade após o animal, que vivia na Praia Brava em Florianópolis, ser encontrado em estado crítico e posteriormente eutanasiado. A investigação inicial envolveu adolescentes como suspeitos, mas novas evidências, incluindo laudos periciais que não identificaram traumas provocados por ação humana, levaram ao pedido de arquivamento do inquérito contra os jovens.
A decisão da Justiça é vista como uma vitória para a defesa de Ulisses Gabriel, que enfatizou o impacto negativo que as acusações tiveram sobre sua imagem e carreira. A defesa afirmou que a atuação do ex-delegado foi sempre pautada pela legalidade e compromisso com a verdade.
Por que isso importa
Este caso levanta questões importantes sobre a responsabilidade e a ética no uso da imagem pública por autoridades. A decisão da Justiça reflete a necessidade de provas concretas em acusações de improbidade administrativa, evitando que figuras públicas sejam prejudicadas por suposições ou interpretações distorcidas de suas ações. Além disso, o caso do cão Orelha deixou uma marca no debate sobre a proteção dos direitos dos animais e a condução de investigações que envolvem menores.
O que vem a seguir
Com a decisão de primeira instância, o processo contra Ulisses Gabriel está previsto para ser arquivado, a menos que haja um recurso. A defesa do ex-delegado expressou confiança na Justiça e ressaltou a importância de esclarecer os fatos em um cenário onde a transparência e a informação são fundamentais. O caso do cão Orelha continua a ser discutido na sociedade, especialmente em relação à proteção animal e à responsabilidade das autoridades em investigações que envolvem o bem-estar de seres vivos.
O que motivou a ação contra Ulisses Gabriel?
O MPSC acusou Ulisses de utilizar a investigação do cão Orelha para promover sua imagem política.
Qual foi a decisão da Justiça sobre o caso?
A Justiça julgou improcedente a ação, alegando falta de provas concretas.
Como a defesa de Ulisses Gabriel reagiu à decisão?
A defesa considerou a decisão uma vitória e reafirmou a regularidade da atuação do ex-delegado.
A Justiça de Santa Catarina decidiu, em uma sentença recente, que Ulisses Gabriel, ex-delegado-geral da Polícia Civil, não se beneficiou indevidamente da notoriedade gerada pela investigação sobre o caso do cão Orelha. O julgamento, que ocorreu na 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital, foi assinado pela juíza Luciana Pelisser Gottardi Trentini e resultou na improcedência da ação civil pública movida pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). No contexto brasileiro, Ulisses Gabriel permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável.
A Justiça de Santa Catarina absolveu Ulisses Gabriel, ex-delegado-geral da Polícia Civil, de acusações de improbidade administrativa relacionadas ao caso do cão Orelha. A juíza destacou a ausência de provas que indicassem utilização indevida de recursos públicos para promoção pessoal. No contexto brasileiro, Ulisses Gabriel permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável. No contexto brasileiro, Ulisses Gabriel permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país,
No Brasil, joias entram nesta cobertura.



